O USO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E O PAPEL DO SEGUNDO PROFESSOR NA INCLUSÃO ESCOLAR: DESAFIOS E PERSPECTIVAS EM SANTA CATARINA
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Palavras-chave

Inclusão Escolar. Atendimento Educacional Especializado. Segundo Professor. Tecnologia Assistiva. Comunicação Alternativa e Aumentativa.

Como Citar

Reginato da Silva, M. . (2026). O USO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E O PAPEL DO SEGUNDO PROFESSOR NA INCLUSÃO ESCOLAR: DESAFIOS E PERSPECTIVAS EM SANTA CATARINA. Humanas Em Perspectiva, 113. https://doi.org/10.51249/

Resumo

A inclusão escolar de estudantes com deficiência intelectual severa, deficiências múltiplas e Transtorno do Espectro Autista (TEA) constitui um desafio que ultrapassa o simples acesso à escola regular. Nesse contexto, o Atendimento Educacional Especializado (AEE), o Segundo Professor e a Tecnologia Assistiva (TA) assumem papel importante na criação de condições pedagógicas que favoreçam a aprendizagem, a participação e o desenvolvimento dos estudantes. Este artigo tem como objetivo analisar o uso da Tecnologia Assistiva no Atendimento Educacional Especializado e o papel do Segundo Professor na inclusão escolar, considerando os desafios e as perspectivas desse processo no contexto do estado de Santa Catarina. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, desenvolvida a partir da análise de livros, artigos científicos, dissertações, teses, legislações, documentos da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina e materiais da Fundação Catarinense de Educação Especial. Os resultados evidenciam que a efetividade da Tecnologia Assistiva depende da intencionalidade pedagógica, da formação continuada, da existência de recursos adequados, do tempo destinado ao planejamento e da articulação entre AEE, Segundo Professor, professor regente, gestão escolar e família. Também se identificou que recursos de baixa e alta tecnologia, sistemas de Comunicação Alternativa e Aumentativa, materiais adaptados, recursos digitais, agendas visuais e dispositivos de comunicação podem ampliar a autonomia, a comunicação e a participação dos estudantes. Conclui-se que a Tecnologia Assistiva não produz inclusão de forma isolada, sendo necessária uma mediação humana qualificada e um trabalho colaborativo que reconheça a singularidade de cada estudante.

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